Como
fazemos:

Utilizamos uma série de métodos para identificar problemas e oportunidades e, assim, criar soluções. Contamos com espaços próprios, preparados para oficinas, workshops e rodadas de ideação. Conheça nossas ferramentas de trabalho:

Mapa de
Stakeholders

Utilizamos a ferramenta para mapear os públicos e os grupos de interesse das organizações e entender como interagem com os produtos e/ou serviços prestados, de que forma interferem direta ou indiretamente no negócio e se estão conectados entre si. A identificação das pessoas envolvidas permite o melhor gerenciamento das ações estratégicas da companhia, sejam de marketing e comunicação, de vendas, gestão de pessoas ou processo de desenvolvimento e produção.

Matriz Certezas,
Suposições e Dúvidas

A Matriz CSD é utilizada no início de um novo projeto. A dinâmica é feita em grupos orientados a responder três perguntas: O que sabem a respeito? Quais são as hipóteses? Quais perguntas poderiam ser feitas? A partir daí, as equipes expõem visualmente as informações que têm e vão em busca do que desejam descobrir ou criar. A metodologia ajuda a promover a gestão da informação e do conhecimento entre a equipe e contribui para que haja alinhamento desde o início do projeto.

Blueprint

O blueprint é uma etapa superimportante que vem após a jornada do consumidor, é o mapa do serviço. Depois de entendidos os passos do cliente, suas dores e desejos e realizada a rodada de ideação, desenhamos um modelo de jornada ideal, detalhando sugestões de melhora para as interações do consumidor do pré-serviço ao pós-serviço. Chamamos de mapa de experiência ideal. Também é no blueprint que identificamos as ações de branding que precisamos desenvolver e implementar para melhorar a comunicação da empresa com seus clientes, bem como todas as ações que a empresa deve executar para entregar a experiência projetada.

Benchmarking

Utilizamos benchmarking para comparar processos, melhores práticas e resultados de uma organização com as mesmas práticas de seus concorrentes. A metodologia nos permite sugerir estratégias alinhadas ao mercado, além de evidenciar, em muitos casos, oportunidades ainda não vistas por outras empresas do mesmo setor.

Observação
ambientada

Esta ferramenta consiste em mergulhar nas organizações, conversar com as pessoas, ouvir suas histórias, percepções, observar a forma como se comportam e se relacionam com o ecossistema em que estão inseridas. Essa imersão permite um olhar mais empático sobre o dia a dia dentro das empresas e facilita a construção de soluções de gestão, por exemplo.

Etnografia digital

A etnografia digital é uma pesquisa qualitativa realizada no ambiente virtual. A ferramenta nos permite observar os hábitos de consumo de forma online e interativa. Geralmente, a utilizamos em grupos específicos e pré-definidos junto à organização para que possamos avaliar sua forma de interação com a marca. Essa pesquisa nos diz muito sobre o cliente e contribui na criação do mapa de persona, o qual desenha o perfil do consumidor ideal.

Entrevistas de
profundidade

Acreditamos que a única forma de uma empresa ter sucesso é conhecendo seus públicos. Por isso, em todos os projetos, realizamos entrevistas de profundidade a fim de entender o comportamento, os desejos, as expectativas e principalmente a realidade de seus consumidores. Essa técnica pode ser aplicada virtual ou presencialmente e é fundamental para a criação de estratégias de negócios mais assertivas.

Cliente
oculto

Mais conhecida (e temida) pelo público, a ferramenta é bastante utilizada para avaliar a qualidade do atendimento das empresas e também para buscar informações específicas relacionadas a produtos e serviços. É uma forma discreta de identificar problemas e propor mudanças e soluções para os pontos de venda, o e-commerce e até mesmo os fornecedores.

Mapa de empatia

Para traçar o perfil do cliente ideal, utilizamos o mapa de empatia. A técnica é usada como recurso para desenhar a personalidade do cliente e entender seus sentimentos. Geralmente, para se chegar a esse perfil, é preciso responder a seis perguntas: O que pensa e sente? O que escuta? O que fala e faz? O que vê? Quais são suas dores? Quais são suas necessidades? Com essas respostas fica mais fácil entender como o produto ou serviço será recebido pelo consumidor.

Persona

Tão importante quanto conhecer o perfil do cliente, quem ele é e quais seus sentimentos é saber o que ele deseja. Quais são seus objetivos e suas necessidades. O mapa de persona é desenhado para nos ajudar a pensar em uma jornada do consumidor precisa, entendendo quais passos está disposto a dar, em que ordem e direção, para buscar o que deseja. dores.

Mapa de
insights

Esta é uma das nossas principais entregas para as organizações, feita através do cruzamento, entendimento e interpretação das informações coletas. Trata-se de um grande mapa visual, onde apontamos detalhadamente melhorias para os serviços e/ou produtos e identificamos oportunidades para inovar e implementar novas soluções. O mapa geralmente é utilizado pelas empresas para guiar suas estratégias de crescimento, vendas, comunicação e marketing.

Jornada do
consumidor

Essa metodologia é utilizada para entendermos como o cliente se relaciona com a empresa em diferentes etapas de consumo. Por exemplo: se você tem um restaurante, vamos avaliar como o seu cliente chega até ele, se encontra dificuldades para estacionar o carro, se é bem recepcionado na entrada do estabelecimento, se o garçom o atende rapidamente, se o pedido demora para chegar à mesa, se na hora de pagar a conta ele entende que o valor é compatível com o que foi consumido. Avaliamos todas essas etapas e experiências, do pré ao pós-serviço. Para isso, utilizamos também o mapa emocional, que nos auxilia na compreensão das emoções do consumidor em cada uma dessas interações com a empresa. Ao final da jornada, entregamos um quadro avaliando ponto a ponto desse caminho, com sugestões de melhorias ou novas soluções para cada um deles.

Survey online

Geralmente, usamos a ferramenta de survey online quando precisamos coletar dados e informações quantitativas, a partir da opinião de grupos representativos para a organização. Os grupos podem ser de dentro (gestores, líderes, técnicos) ou de fora da empresa (sindicatos, imprensa). A escolha das fontes depende do tipo de informação que se deseja.

Prototipagem

Depois da chuva de ideias é hora de validá-las. A dinâmica é planejada para que as equipes criem produtos e verifiquem se são viáveis e rentáveis. É um momento “mão na massa” que geralmente resulta em uma primeira versão de um novo produto, mais criativo e inovador.

Rodadas de ideação

As rodadas de ideação, além de muito proveitosas e divertidas, são fundamentais na construção de soluções para os problemas das organizações. Nessas dinâmicas, realizadas em grupos, não existem más ideias. O objetivo é permitir que os participantes atuem como protagonistas, deixando fluir sua criatividade. Os insights são escritos em post-its, depois é feito um filtro e as ideias mais viáveis são apresentadas para o grande grupo. É um momento bastante esperado nas atividades de Design Thinking, pois funciona como um grande brainstorming híbrido.